Transição fica mais fácil com consultoria para gerenciar compra e venda em cidades diferentes e atendimento profissionalizado para a mudança

Fabiano Taylor - Diretor Comercial da Rede Imvista
As cidades do interior têm apresentado um crescimento surpreendente, devido à migração de empresas de médio e grande porte que precisam de grandes terrenos, mão de obra barata e recursos naturais para atuar. Neste cenário, muitos profissionais são transferidos de Belo Horizonte para o interior. Outros fatores, como a educação, são responsáveis por outro fluxo de mudança. Muita gente sai do interior para a capital e para cidades pólo onde estão as universidades. “Neste ano a Rede Imvista planeja aumentar em 70% a sua atuação no interior do estado e, assim, oferecer uma consultoria mais estratégica para quem está nesta transição imobiliária entre duas cidades”, conta o Diretor Comercial da Rede Imvista, Fabiano Taylor.

Patrick Costa - Diretor Executivo da Rede Imvista
Para o cliente será muito mais prático delegar as duas tarefas de gerenciar os imóveis em uma única rede. “Ao analisar os dois mercados, o corretor poderá orientar o cliente quando for mais vantajoso locar a casa de origem para custear um aluguel em outra cidade, ou se é mais viável vender o imóvel”, conta o diretor executivo da Rede Imvista, Patrick Costa. Certamente terão casos em que a locação do imóvel de origem pode gerar até lucro para o proprietário, “principalmente se a mudança for da capital para o interior onde o aluguel é mais barato”, lembra Patrick.
A Imvista também poderá mapear em diferentes cidades os perfis de terrenos e imóveis procurados para uma determinada empresa que deseja mudar de CEP, abrir filiais ou criar centros de distribuição. Enfim, a junção do portfólio integrado de todas as imobiliárias da rede e a atuação em um número maior de cidades, eleva a Imvista de rede para uma empresa completa na área de consultoria para a venda, compra e locação de imóveis. “Conhecer muito bem esse mercado garante uma identificação muito grande dos empresários que atuam no interior, com isso estamos conseguindo resultados surpreendentes ao apresentarmos o nosso modelo de negócio. Nossa meta será facilmente atingida”, completa Patrick.
Se a mudança é certa, o que fazer com a mobília?
A tranquilidade no momento de uma mudança pode parecer impossível para muitas pessoas, porém, através de um bom planejamento, ela acaba se tornando bem menos desgastante. Além do plano inicial, uma relação aberta e confiável entre empresa e cliente para que a troca de informações seja bastante eficiente, também é fundamental. A escolha de uma empresa de qualidade é o primeiro passo. Ter um pessoal capacitado para realizar todo o processo da mudança (embalagens, transportes, içamentos, etc.) é a primeira tranqüilidade que uma pessoa deve procurar, descartando a preocupação em ter um transporte com segurança de seus móveis e artigos de valor.
Na Moving Brasil, empresa que oferece soluções logísticas variadas para movimentação de bens ou mudança de casa ou negócio, o planejamento de uma mudança envolve três etapas. Segundo Felipe Pedrosa, diretor de operações da empresa, a primeira etapa é essencial e altamente recomendável e consiste em uma visita técnica à residência do cliente, onde um agente técnico coleta todas as informações necessárias como: volume estimado da mudança, perfil dos bens a serem transportados, quantidade e tipos de materiais de embalagem a serem utilizados, dentre outros detalhes para geração dos preços e operação dos serviços que serão prestados. “Nesse momento, um cronograma é montado juntamente com o cliente e o Moving Check List, que contém todas as tarefas “extra-mudança”, mas é essencial para que a mudança em si possa ser executada com tranqüilidade, é repassado ao cliente. Tanto o cronograma quando o check list, devem ser seguidos à risca pela empresa e pelo contratante. A partir disso, o agente técnico se torna um gestor do cliente e repassa para a empresa todas as demandas a serem concluídas, sempre visando o cumprimento correto do cronograma”, completa.
Felipe acredita que o relacionamento íntimo do gestor com o cliente é fundamental para que não ocorra nenhum erro no decorrer da mudança. “Na Moving Brasil, temos um relacionamento excelente com todos os nossos clientes e, assim, existe confiança mútua. Por causa dessa relação, eles nos respeitam e colaboram com nosso planejamento e dicas, além de nos passar tudo que é importante para eles nas diversas etapas do processo, como por exemplo, os horários de preferência e alguma peculiaridade nas embalagens de roupas e itens de alto valor sentimental”, conta.
Pessoas que estão se mudando para o exterior e não desejam se desfazer dos seus móveis; pessoas que irão morar no interior ou em outro estado por um ou dois anos por questões profissionais e irão morar em apartamentos mobiliados da empresa ou em apart-hotel precisam de soluções diferenciadas. A My Box, que como a Moving Brasil pertence ao Grupo Sant’Anna, é o primeiro self storage de Minas Gerais.
Após locar um espaço, já de posse de sua senha pessoal, o cliente entra no My Box para ocupá-lo. Em local apropriado, estaciona seu veículo e efetua a descarga e armazenagem de seus bens. O espaço é trancado com cadeado, ficando as chaves em seu poder. Somente ele poderá acessar o espaço sempre que lhe convier, com a utilização de sua senha e da chave, sem qualquer contato com a administração. Existem espaços de diversos tamanhos, de acordo com o que o cliente precisa armazenar.